Abzu
Abzu
Abzû, développé par Giant Squid et édité par 505 Games, est sorti le 2 août 2016 sur PC, PlayStation 4, Xbox One et Nintendo Switch. Ce titre indépendant, classé dans les genres aventure, réflexion et puzzle, place le joueur dans la peau d'une plongeuse solitaire explorant un monde océanique luxuriant. L'expérience, conçue sous Unreal Engine 4 par le créateur de Journey et Flower, propose une descente progressive dans les profondeurs où le joueur rencontre des créatures majestueuses, découvre d'anciens secrets et cherche sa véritable raison d'être, le titre signifiant approximativement « L'Océan de la Sagesse » en sumérien ancien.
Le gameplay mise sur l'exploration contemplative et des contrôles fluides permettant d'effectuer des acrobaties sous-marines. Des centaines d'espèces inspirées de la faune réelle peuplent l'environnement, formant des bancs de milliers de poissons qui réagissent de manière procédurale aux mouvements du joueur, entre eux et aux prédateurs. L'aventure principale se parcourt en environ deux heures, tandis qu'une complétion totale demande près de quatre heures. Le jeu est proposé au prix de 19,99 euros.
Côté réception, la presse a salué l'œuvre : We Got This Covered la considère comme un « véritable exploit pour le média jeu vidéo » qui « mérite d'être joué par tous », tandis que Digitally Downloaded souligne qu'elle « capture la majesté de l'océan, sa beauté mais aussi sa puissance ». Les joueurs partagent cet enthousiasme, certains décrivant l'expérience comme une « méditation vidéoludique » ou un « voyage agréable dans les profondeurs » qui se rapproche davantage d'une expérience cinématographique que d'un jeu traditionnel, appréciant notamment la découverte des noms des poissons. Les notes agrégées s'établissent à 83 sur Metacritic, 80 sur OpenCritic et une moyenne de 81,28.
Médias
Avis des critiques et joueurs
Critiques de la Presse (Metacritic)
« ABZÛ simply has to be seen to be believed, as it's a real achievement for the video game medium and deserves to be played by everyone. »
« It really captures the majesty of ocean—the beauty of it, but also the power of it. In that sense, maybe “diving simulator” is accurate, because as stylized and fantastical as it is, it expertly captures what it is that makes diving such a rewarding activity: exploring the wonders of the sea. »
« ABZÛ should be played with as few story details known as possible. The story and your journey are made great by the surprises that happen along the way, so take your time and explore everything that ABZÛ offers to you, it is absolutely worth it. »
« If you aren't entranced by mechanically shallow games like Journey, don't bother. But if you find exploration titles even marginally interesting, Abzu is an absolute must-play – it's the most majestic one yet. »
« For those looking for a narrative journey that’s unlike anything else on the Playstation 4, Abzû offers plenty to experience. »
« ABZÛ is a triumph of exploration and atmosphere. Its gorgeous underwater playgrounds are a joy to explore thanks to its perfectly tuned controls, awe-inspiring visuals, and beautiful sound design. A somewhat predictable story does little to hamper what is otherwise an utterly unique and rapturous experience. »
« Austin Wintory’s masterful and emotive score is ultimately the perfect accompaniment… the soundtrack is hauntingly beautiful from start to finish. »
« A riot of color, emotion, and sea life wrapped up in a stellar soundtrack and stunning visuals; Abzû walks a fine line between being a game and being a near-spiritual experience. »
Avis des Joueurs (Metacritic)
« Abzû (2016), dirigido por Matt Nava Sem falas, sem diálogos, apenas o silêncio profundo do oceano. Abzû é daqueles jogos que provam que gameplay minimalista não significa experiência rasa. Você controla apenas um mergulhador sem nome, sem HUD, sem inventário, sem combate de verdade, só o ato puro de nadar por oceanos cada vez mais vastos e misteriosos. É o tipo de jogo que confia inteiramente no jogador pra sentir curiosidade genuína, em vez de forçar isso através de objetivo marcado na tela.A comparação com Journey é inevitável, e faz sentido, já que o diretor Matt Nava trabalhou diretamente naquele jogo antes de fundar o próprio estúdio. Mas Abzû tem identidade própria: em vez do deserto solitário e da jornada espiritual abstrata, aqui é o oceano vivo, cheio de cardumes reagindo dinamicamente à presença do jogador, criaturas que se movem em padrões que parecem genuinamente naturais em vez de scriptados. A sensação de nadar entre milhares de peixes que se dispersam ao seu redor, formando padrões hipnóticos de luz e movimento, é de uma beleza rara mesmo anos depois do lançamento.A trilha sonora do Austin Wintory é essencial pra experiência funcionar. Ela não é só acompanhamento, ela dita o ritmo emocional de cada área, crescendo em intensidade orquestral exatamente nos momentos certos, principalmente na sequência icônica em que o mergulhador se agarra numa baleia jubarte e sobe até romper a superfície da água, com luz solar inundando a tela inteira depois de tanto tempo nas profundezas escuras. É um dos momentos mais emocionantes e bem calculados de qualquer jogo de exploração contemplativa já feito.A narrativa, contada inteiramente sem palavras, através de murais antigos, estruturas submersas de civilizações esquecidas e simbologia que remete a mitologias mesopotâmicas (o próprio nome vem de um conceito sumério pra "oceano de sabedoria"), funciona bem como pano de fundo sem nunca se impor sobre a experiência sensorial principal. Existe um arco de degradação ambiental sutil no meio do jogo, com águas poluídas e vida marinha escassa, que contrasta com a explosão de cor e vida das áreas iniciais e finais, sugerindo uma mensagem ecológica sem nunca ser didática ou explícita demais sobre isso.Onde o jogo é mais criticado, com razão, é na duração. Abzû dura poucas horas, e algumas seções de puzzle mais mecânico (girar estruturas, ativar mecanismos antigos pra abrir passagem) quebram um pouco o fluxo contemplativo que é o grande trunfo da experiência. Também não existe replayability tradicional, já que não há sistema de progressão ou escolha real, é uma experiência linear pensada pra ser vivida uma vez com atenção total.Ainda assim, é impossível não sair da experiência sem sensação de paz genuína. Existe algo quase meditativo em simplesmente nadar, sem pressa, sem objetivo imediato além de existir dentro daquele mundo por um tempo. Poucos jogos conseguem fazer o jogador desacelerar de verdade, e Abzû faz isso através de design de som, movimento fluido de natação e direção de arte impecável, sem precisar de um único diálogo pra justificar a própria **** fim, Abzû é um lembrete de que jogos podem ser experiências emocionais completas sem depender de conflito, texto ou sistemas complexos. É breve, é simples na superfície, mas a execução técnica e artística por trás disso é sofisticada o suficiente pra render um dos jogos de exploração mais bonitos e emocionalmente eficazes da década de 2010.Recomendações:Aventura, Anos 2010 »
« Gaming meditation. Underwater world. Music. Colors. Calmness. Journey without words. »
« 7,8 Tengo un lindo recuerdo, la verdad que estaba lindo. No me impresiono tanto quizas como el Journey »
« Abzû (2016) Jugabilidad 8.9 Gráficos 9.8 Rendimiento 9.7 Sonido 10 Música 10 Diseño de niveles 9.9 Inicio 9.8 Desarrollo 10 Desenlace 10 Historia 9.9 Total juego: 9.7 »
« Journey underwater. That's pretty much it. But I do appreciate the art and music. »
« Jogo bonito e relaxante, do meio pro final ele surpreende pois muda um pouco e sai da mesmisse. Um bom jogo pra você jogar entre um game mais longo e outro. »
« Abzu might not be the first of this genre, but it might be the best. These games have always succeeded first and foremost because of their atmosphere, and the watery ruins filled with intriguing aquatic life of Abzu's oceans succeed maybe even better than Journey's sandy and snowy peaks. Abzu's bursting and triumphant orchestral score clears out in quiet, somber moments to let the visuals do the talking, as the quiet sound design serenades the player. Every track from this game is beautiful, and every moment looks like a brilliant impressionist painting. The simple swimming mechanics are soothing and enjoyable, not wasting any time distracting from the presentation. These short and perfectly paced aesthetic-focused games are becoming more and more common, but few of them manage to be great. Abzu is not only great, it is endlessly enjoyable - the videogame equivalent to comfort food. An easy to play game that offers a lot of simple and profound pleasures. A work of art. »
« Albeit a gorgeous looking game, gameplay itself felt so slow and I spent too much time looking at everything »