Resident Evil

81 /100
22 mars 1996

Sorti le 22 mars 1996 sur PlayStation, Resident Evil est développé par Capcom Planning Room 2 et édité par Virgin Interactive Entertainment ainsi que Capcom. Ce titre mêlant jeu de tir, aventure et réflexion marque la naissance de la franchise Biohazard au Japon et pose les fondations du genre survival horror. Le jeu se distingue par une mise en scène technique où des personnages en 3D polygonale évoluent sur des décors 2D précalculés, imposant des angles de caméra fixes qui participent à l'atmosphère oppressante ; il est d'ailleurs crédité pour avoir popularisé l'appellation « survival horror ».

Gameplay de Resident Evil

L'intrigue débute le 24 juillet 1998, lorsqu'une série de meurtres bizarres survient en périphérie de Raccoon City. L'équipe d'élite S.T.A.R.S. est dépêchée sur place : après la disparition de l'équipe Bravo, l'équipe Alpha — composée de Chris Redfield, Jill Valentine, Albert Wesker et Barry Burton — retrouve l'hélicoptère de ses collègues écrasé, avant d'être attaquée par une meute de chiens monstrueux. Le pilote Brad Vickers prend la fuite, contraignant les survivants à se réfugier dans un manoir voisin qui s'avère infesté de morts-vivants et d'autres créatures mutantes.

Gameplay de Resident Evil

Sur le plan de la réception, le jeu obtient un score Metacritic de 84 et une note agrégée de 81,19. La presse de l'époque salue une réalisation marquante : GamePro qualifie le titre de « killer game » aux résultats « outstanding », tandis que Game Revolution y voit un « revolutionary title ». Du côté des joueurs, l'opinion retient l'invention des codes du genre, l'ambiance du manoir, la gestion tendue des munitions et les énigmes, mais pointe du doigt des contrôles « tank » jugés difficiles et un doublage qualifié de « cheesy », assumé comme un charme kitsch par certains.

Gameplay de Resident Evil

Techniquement, l'œuvre repose sur le moteur MT Framework et intègre la protection Enigma Protector. Ce premier opus lance une franchise tentaculaire devenue la plus lucrative de Capcom, cumulant plus de 201 millions d'exemplaires vendus dans le monde en mai 2026, et s'étendant bien au-delà du jeu vidéo vers le cinéma, les séries animées, la bande dessinée et la littérature.

Médias

Avis des critiques et joueurs

Critiques de la Presse (Metacritic)

GamePro 100/100

« Long the lord of Street Fighter, Capcom's clearly taking a new tack with this killer game, and the results are outstanding. Resident Evil stands tall as a topnotch second-generation PlayStation game that's well worth the green. »

Game Revolution 100/100

« This is exactly the kind of revolutionary title that we applaud. Sure, others like it will come along, some will even surpass it, but hats off to Resident Evil for getting there first. »

TotalGames.net 91/100

« Capcom has produced the perfect interactive movie. RE is horribly, horribly addictive -- it tests your reflexes, satiates your bloodlust, stretches your mind (and temper) and leaves you both thrilled and drained. »

Absolute Playstation 91/100

« Stunning graphics. Amazing sounds. Gripping storyline. Frightening enemies. Callenging gameplay. »

All Game Guide 90/100

« One of the most important aspects to Resident Evil is the music and sound effects – both of which are nothing short of captivating and involving. The horror sounds and shills of zombies and hounds will keep the hair on the back of your neck full staff and your butt on the edge of your seat. »

Electronic Gaming Monthly 89/100

« Fantastic game, but who can forget the terrible intro and dialogue? [Jan 2004, p.189] »

IGN 87/100

« Never has a game combined excellent graphics with heart-stopping action and a great story in such a way as to create an almost cinematic adventure... A masterpiece. »

GameSpot 82/100

« The (thankfully) isolated cinematic sequences showing the interactions of the S.T.A.R.S. team members... are filled to the vomit-line with some of the most hokey, badly-translated, drama-killing, god-awful voice acting ever burned onto a disc. Oh well. »

Avis des Joueurs (Metacritic)

fromcolossus 9/10

« Resident Evil invented the survival horror playbook. The Mansion oozes dread with fixed cameras, tight ammo management and clever puzzles. Tank controls take getting used to, and the campy voice acting is iconic. With dual campaigns, multiple endings and that tense ink ribbon save system, it’s a timeless landmark. Rough around the edges, but essential retro horror. »

GuyWhoPaysRent 7/10

« Voice acting is incredible. I love cheesy voice acting. The tank controls are god awful, but still a good game. »

elDiego_0 6/10

« [SPOILER ALERT: This review contains spoilers.] »

deaffox 9/10

« Resident Evil isn’t the smoothest or most polished entry anymore but it’s the foundation of survival horror. If you can accept its age, it delivers a kind of slow, oppressive fear that modern games rarely replicate. »

F4ll3n_Ech0 9/10

« Un clásico absoluto que marcó un antes y un después en los videojuegos de terror, cuya influencia sigue vigente hasta hoy. Fundó el survival horror moderno. Atmósfera tensa y memorable. Diseño de la mansión icónico. Gestión de recursos estratégica. Múltiples personajes y rejugabilidad. Puntos débiles: Controles duros. Actuaciones y diálogos simples. Ritmo lento para jugadores actuales. »

Daviii201 9/10

« *Resident Evil: Director's Cut (1997) — Análise* *Nota: 94/100* Resident Evil: Director's Cut permanece como uma das obras mais influentes do survival horror. Mesmo com quase três décadas desde seu lançamento, o título mantém uma atmosfera densa e mecânicas que definiram o gênero. *Narrativa* A história acompanha agentes do S.T.A.R.S. investigando uma mansão na floresta de Raccoon City, onde descobrem experimentos biológicos ilegais e uma conspiração liderada por Albert Wesker. A trama é funcional e entrega momentos marcantes de suspense e traição. Apesar disso, apresenta inconsistências narrativas típicas da época. A motivação de certos personagens, como Barry Burton, só se torna clara após rejogar com cenários diferentes e coletar todos os arquivos. A ausência prolongada de Wesker durante a campanha o torna um suspeito óbvio para jogadores atentos. *Jogabilidade* O sistema de controle "tanque" e a câmera fixa são datados pelos padrões atuais. Ambos impactam negativamente a movimentação em espaços estreitos e os combates contra inimigos ágeis. Contudo, após o período inicial de adaptação, os controles se tornam memorizáveis e passam a integrar a dificuldade intencional do jogo. *Puzzles* O design de puzzles é um dos pilares da experiência e, em sua maioria, bem equilibrado para o período. Exigem leitura de documentos e exploração cuidadosa da mansão. Há exceções que prejudicam o ritmo, como o puzzle do leão na sala de troféus. A busca pela joia vermelha, escondida no quadro da sala de jantar, é excessivamente vaga e resulta em backtracking desnecessário. A recompensa por completá-lo é a Magnum, arma de alto poder de fogo que não é obrigatória em nenhum confronto do jogo, incluindo a batalha contra o Tyrant T-002. *Desafios e Bosses* A dificuldade geral é justa. Os confrontos contra chefes apresentam qualidade irregular. Yawn, a serpente gigante, e Plant 42 são encontros lentos que testam mais a gestão de recursos que a habilidade mecânica. O Tyrant T-002 serve como clímax adequado, especialmente quando o jogador dispõe da Magnum ou da bazuca entregue por Barry no heliporto, caso este esteja vivo. *Duração e Replay* A campanha possui cerca de 3 horas de conteúdo direto. Para jogadores iniciantes, a duração média fica entre 5 e 7 horas devido à exploração e solução de puzzles. Jogadores experientes conseguem concluir em menos de 1 hora com rotas otimizadas. O título possui alto valor de replay graças aos dois protagonistas, múltiplos finais e sistema de ranking. *Conclusão* Resident Evil: Director's Cut é um clássico fundamental. Seus principais problemas são a câmera fixa limitante, os controles arcaicos e alguns puzzles obtusos. Em contrapartida, entrega atmosfera impecável, design de som marcante e uma estrutura de jogo que permanece envolvente. É uma experiência nostálgica e desafiadora, essencial para compreender as origens do survival horror. *Pontos Positivos:* Atmosfera e tensão exemplares. Puzzles majoritariamente bem elaborados. Alto fator replay. Trilha sonora icônica. *Pontos Negativos:* Câmera fixa prejudica combate e navegação. Controles datados. Puzzles específicos quebram o ritmo. Design irregular de chefes. *Nota Final: 94/100* »

AlinaCR 10/10

« Uno de los videojuegos más importantes de la historia, cambió la industria del survival horror y de su género; a la fecha en este 2026 lo recomiendo al máximo, sigue dando demasiado miedo, pura adrenalina. »

Gullidion 7/10

« *walk 15 feet* *5 second unskippable door opening cutscene* *walk another 15 feet* *oh my god bruh* »

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